Realidade Virtual – Como ela é capaz de mudar a realidade do usuário e até de aliviar dores de pacientes em hospitais

05 dez Realidade Virtual – Como ela é capaz de mudar a realidade do usuário e até de aliviar dores de pacientes em hospitais

Será que isso é uma miragem? Onde eu realmente estou? Como vim parar aqui? Essas não as perguntas que não saem da sua mente enquanto você passa pela experiência da realidade virtual. É aquela sensação gostosa de poder estar aonde você queria ou fazer o que você queria do esquecendo até do tempo e das preocupações. É literalmente o aqui e o agora

Essa é a sensação incrível que a realidade virtual te dá. E o que é essa realidade e como funciona? É uma tecnologia de interface que tem a capacidade de enganar os sentidos do usuário levando-o a adotar o ambiente virtual como sua realidade naquele momento. Ela têm sido muito útil para realizar projetos, ver um seriado no Netflix, criar anúncios publicitários, “viajar” para lugares nunca visitados antes e acreditem se quiserem: para aliviar dores e estresses de pacientes no hospital. Para adquiri-la é preciso utilizar o celular Samsung Galaxy S7, o software que roda dentro dele e o óculos Gear VR (abreviação para Virtual Reality). O visor do óculos projeta vídeos que acompanham os movimentos da cabeça do espectador fazendo com que ele se sinta parte do que está sendo projetado.

A minha experiência foi na exposição do cantor Renato Russo que está sendo exibida no Museu da Imagem e do Som de São Paulo. Já no final, me deparei com uma placa dizendo para as pessoas entrarem em uma sala para sentir a emoção e ter a experiência de ouvir uma música do Renato de uma maneira nunca feita antes. Sentei em uma cadeira giratória, coloquei um fone de ouvido e o óculos que já estava plugado no celular e pronto: a minha nova realidade na minha frente era de estar com músicos e dançarinos em diversos apartamentos e nas ruas admirando-os tocando e dançando a música do Renato. Foram cinco minutos de “teletransporte” que mais pareciam uma eternidade para aquele mundo encantado onde tudo parecia real.

 

Como já foi dito acima, além de ser um meio de entretenimento, a VR é também um meio de distração e alívio para pacientes no hospital e no pré e pós operatório em hospitais. A Time Inc, empresa que publica revistas como People, Entertainment week, Time, criou a Life VR, voltada para a Realidade Virtual, que desenvolveu o aplicativo Lumen. O app que tinha o intuito de relaxar e reduzir o estresse em uma plataforma de videogame, estendeu-se para a área de saúde. Funciona da seguinte maneira: O Lumen permite que os pacientes criem sua própria floresta de acordo com as cores e paisagens do gosto deles. Ao ouvir uma música relaxante e seguir as instruções do Lúmen, o usuário consegue relaxar o máximo possível podendo esquecer das preocupações de uma cirurgia e também das dores que pode sentir. Quanto mais a pessoa se concentra na dor, pior é a dor que ela sente e ao estar imersa no mundo virtual, ela acaba estimulando a área sensorial do cérebro. Incrível, não é mesmo?

Com todo o “know how” e expertise, nossa empresa é capaz de desenvolver aplicativos e jogos para telemedicina melhorando a experiência dos pacientes e trazendo benefícios para a saúde deles.

A tecnologia tem muitos poderes e está sempre nos surpreendendo. E aí, o que vocês acham que está por vir depois dessa?

Posts relacionados

Pin It on Pinterest

Share This