2018: o ano da inovação das empresas e das pessoas

08 fev 2018: o ano da inovação das empresas e das pessoas

Nesse exato momento que você está lendo esse post, alguém está apostando e inovando em algo no mundo. Inovar. Qual o verdadeiro significado dessa palavra? Pelo contrário do que muitos pensam, inovar não é criar algo do zero, e sim dar um novo significado e valor ao que já existia.

Antigamente, sem a tecnologia, as coisas ocorriam de maneira muito mais demorada. As pessoas não tinham acesso a quantidade de informação que têm hoje e as profissões mais escolhidas costumavam se limitar em torno de três: medicina, advocacia e administração. O ser humano não sentia necessidade de inovar dentro do seu negócio e possuía poucos meios para isso. Agora, as profissões são tantas que até médicos, advogados e administradores estão indo para o meio digital e assim, inovando também.

A inovação anda junto com as pessoas, ou seja, uma depende da outra para existir. Silvio Meira, sócio da Much More, destacou muito bem em uma postagem da Época Negócios, que para inovar, é preciso dar um passo atrás e olhar para as pessoas. Ele percebeu que a mentalidade dos funcionários que fazem parte da base das empresas precisa ser mudada. Eles precisam ser reeducados, mudar seus pensamentos, porém, mantendo os mesmos valores e princípios e a rede de clientes, se for possível. O processo de digitalização e de tecnologia acontecem tão rápido que grandes empresas ficaram para trás.

Guilherme Horn, sócio da Accenture, concordou que o desafio é a busca por profissionais e que, antigamente, o sonho de seus colegas era trabalhar em uma multinacional e que agora, o sonho dos universitários é trabalhar em uma start up. Eles se sentem muito mais atraídos por desafios e riscos que enfrentarão nas empresas que estão no início, pois sabem que serão importantes em suas jornada. (fonte: http://epocanegocios.globo.com/Carreira/noticia/2017/10/inovacao-tem-ver-com-pessoas.html)

Um exemplo dessa inovação que está super em alta é nova modalidade que começou a ganhar uma enorme quantidade de adeptos: a gameficação. Ela é o uso de mecânicas e dinâmicas de jogos para engajar as pessoas instigando fortes características como a cooperação e a competitividade. Ela estimula também o engajamento do público alvo com as marcas de maneira lúdica. Eles participam para ganhar alguma forma de incentivo ou premiação que pode até ser física. As tarefas e regras definidas, devem estar de acordo com os objetivos da empresa para manter o público cada vez mais imerso em seu ambiente.

Além de influenciar o target da empresa, a gamificação também pode ser usada pela área de recursos humanos para recrutar novos funcionários e para agregar valor aos atuais quando o assunto é engajamento e performance. E, além de ser um fator relativamente novo, ela é uma das principais aliadas quando o assunto é inovação.

Agora, vamos parar e refletir o quanto essa conexão da tecnologia com os seres humanos pode ser valiosa para as empresas. E a sua empresa, tem feito algo para engajar seu público e seus funcionários? Já passou por um processo de inovação? Pense o quanto é valioso fazer parte desse meio e optar por não fazer já não pode ser uma opção nos dias de hoje, pois empresas estagnadas acabam por perder a motivação de seus funcionários e clientes, que serão encantados por outras empresas e start ups.

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